Conheça 7 mulheres que fizeram história na tecnologia!
Mary Kenneth Keller foi uma freira e também a primeira mulher a conquistar um doutorado em Ciências da Computação. Apesar de não possuir os recursos necessários na época para testar seus estudos, o seu trabalho foi validado posteriormente à sua morte, quando os equipamentos necessários tornaram-se disponíveis. Cursos, programas de formação, mentorias, orientação de carreira, eventos e trilhas de conteúdo. A falta de representatividade feminina tem sido uma preocupação na Indústria de Software e Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (ISSTIC). Embora os esforços e os investimentos em políticas de diversidade busquem incentivar o aumento dessa participação e promover a equidade de gênero no setor, os dados indicam que ainda há um longo caminho a ser percorrido nessa jornada. Dados de 2023 indicam que, globalmente, as mulheres ocupam apenas 26,7% dos empregos no setor de tecnologia. Embora haja avanços recentes, o mercado continua predominantemente dominado por homens. No entanto, apesar das barreiras enfrentadas, diversas mulheres têm deixado sua marca na história, contribuindo significativamente para o desenvolvimento tecnológico. Desafios de mulheres na tecnologia Já os PCs entraram para o cotidiano das famílias, ganharam um aspecto mais lúdico (com o advento dos jogos eletrônicos) e mais tecnológico (aproximando-se da engenharia). Em geral, os garotos são mais estimulados do que as garotas nessas duas áreas – jogos e engenharia. Quando a computação deu um salto, na década de 1990, os homens é que dominavam o setor. Diversas iniciativas podem ser implantadas nas empresas para contarmos com a participação de ainda mais mulheres na tecnologia e está mais que comprovado que contar com o apoio de outras mulheres faz sim toda diferença! Na Fortics por exemplo, nosso departamento comercial é 83% formado por mulheres e conta com uma gestão também feminina o que gera um time ainda mais engajado. Por isso, já passou da hora de dar destaque às diversas contribuições femininas que impactaram o desenvolvimento tecnológico, favorecendo a transformação e o mercado digital. O Dia das Meninas nas Tecnologias de Informação e Comunicação foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o propósito de realçar o valor das mulheres no setor. Para a entidade, a efeméride representa um chamamento para que governos, mulheres na tecnologia indústria, empresas e instituições acadêmicas elaborem iniciativas apoiando e encorajando as mulheres que desejam seguir a carreira profissional em TIC. Por outro lado, como acrescentou a gestora administrativa da Sinerji, Bárbara Paz, cargos de chefia em tecnologia, ocupados por mulheres, continuam sendo raros. A parceria com empresas é fundamental para que possamos criar um futuro mais inclusivo e inovador. Ambiente de trabalho que não acolhe a mulher Se os padrões têm problemas (por exemplo, viés machista), provavelmente seus resultados vão reproduzir esses problemas. Por conta de suas contribuições, ela se tornou a primeira mulher a receber o prêmio Turing, aos 74 anos. Frances Allen também trabalhou na National Security Agency (NSA), com a criação de sistemas de segurança digital. Kate Crawford iniciou sua carreira explorando as implicações sociopolíticas e aplicações da inteligência artificial após obter seu Ph.D. pela Universidade de Sydney. Por mais de duas décadas, Bryant assumiu papéis de liderança técnica em várias empresas farmacêuticas e biotecnológicas, incluindo Novartis e Merck. A tecnologia hoje influencia todos os aspectos de nossas vidas, mudando constantemente e se tornando mais progressiva. Além disso, estas lideranças promovem ambientes de trabalho mais colaborativos e menos hierárquicos, o que é propício para o compartilhamento de conhecimento e para uma educação corporativa mais eficaz. Seus feitos não apenas contribuíram para a conquista do espaço, mas também inspiraram uma nova geração de mulheres a perseguir carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Suas histórias ressaltam a importância da inclusão e da igualdade de oportunidades https://tripleten.com.br/ no campo da tecnologia. No contexto da liderança, as mulheres capacitadas em IA não só trazem diversidade de pensamento para equipes multidisciplinares, mas também demonstram resiliência diante dos desafios emergentes. A natureza dinâmica desses desafios exige uma abordagem adaptativa, e a capacidade de liderança resiliente cultivada por meio da capacitação em IA as posiciona como agentes proativos na resolução de questões éticas e de segurança cibernética. Meninas – mesmo as que vão melhor – se sentem menos confiantes em matemática. 2 a cada Com uma formação inicial em Administração de Empresas e uma década de experiência no setor financeiro, Deise encontrou sua paixão pela tecnologia ao se deparar com desafios em sistemas digitais durante seu trabalho anterior. Consciente ou inconscientemente, a descrição dos postos de trabalho em TI reforça estereótipos. Abaixo, estão algumas reproduções de anúncios de vagas que utilizam linguagem associada ao gênero masculino e ilustrações e fotos apenas de homens. Por isso, todas as iniciativas voltadas em prol deste objetivo são fundamentais para promover a equidade de gênero e, é claro, garantir o crescimento das empresas. Formada em Ciência da Computação pela USP, Camila é fundadora da MasterTech, uma plataforma de educação de habilidades do século XXI. Essa diversidade de pensamento não apenas impulsiona a inovação, mas também contribui para a criação de soluções mais abrangentes e eficazes. Mulheres capacitadas em IA estão especialmente posicionadas para identificar e explorar essas oportunidades de inovação. Ao compreenderem profundamente os princípios da IA, elas podem analisar de forma crítica as demandas não atendidas em setores específicos e conceber soluções que vão além das abordagens tradicionais. Essa perspicácia na identificação de oportunidades não apenas impulsiona o progresso tecnológico, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais eficiente e inclusiva. Ao embarcar no caminho da capacitação em Inteligência Artificial (IA), as mulheres não apenas adquirem habilidades técnicas essenciais, mas também são dotadas do conhecimento necessário para assumir papéis de liderança em projetos inovadores. Este conhecimento torna-se uma ferramenta valiosa, capacitando-as não apenas a compreender as nuances da IA, mas também a aplicá-la de maneira estratégica em suas empresas. Suas ideias fizeram com que trabalhasse na NACA, um órgão que, futuramente, viria a se tornar a NASA. Assim, junto de George Antheil, desenvolveu um sistema de interferência de rádio, utilizado para evitar a detecção de mensagens dos EUA